Entre todas as criaturas e figuras sombrias da Terra-média, poucas condensam tão bem o poder de Sauron quanto os Nazgûl. Também chamados de Espectros do Anel, Cavaleiros Negros ou simplesmente os Nove, eles foram homens que receberam alguns dos Anéis de Poder distribuídos pelo Senhor do Escuro durante a Segunda Era. A promessa era de grandeza, longevidade e domínio, mas os presentes acabaram por destruí-los pouco a pouco. Seus corpos desapareceram do mundo visível, suas vontades foram submetidas à de Sauron e aquilo que restou deles tornou-se uma extensão do poder do próprio inimigo.
Em O Senhor dos Anéis, os Nazgûl são apresentados inicialmente como perseguidores quase incompreensíveis, figuras encapuzadas que atravessam o Condado em busca de Frodo Bolseiro e do Um Anel. Aos poucos, porém, Tolkien revela que eles não são apenas servos monstruosos enviados para capturar o protagonista. Sua existência está diretamente ligada à história dos Anéis de Poder e ao modo como Sauron transforma o desejo de autoridade em instrumento de escravidão. Os Nove são, nesse sentido, uma das expressões mais completas de uma ideia recorrente na obra de Tolkien: aquele que tenta conquistar poder absoluto pode terminar perdendo justamente aquilo que pretendia preservar, inclusive a própria identidade.
Os Nove Anéis dados aos homens
Durante a Segunda Era, Sauron participou da criação dos Anéis de Poder ao manipular os ferreiros élficos de Eregion. Embora os Três Anéis dos Elfos tenham sido produzidos sem sua participação direta, os demais estavam ligados aos conhecimentos que ele havia transmitido. Posteriormente, Sauron tomou grande parte desses anéis e os utilizou para ampliar sua influência sobre diferentes povos da Terra-média. Sete foram destinados aos Anões e nove foram dados aos homens.
Tolkien não identifica todos os nove portadores nem oferece histórias individuais completas para cada um deles. Sabe-se que eram homens poderosos, entre eles reis, guerreiros e feiticeiros, e que três pertenciam aos Númenóreanos Negros, homens ligados às populações de Númenor que haviam se voltado para a dominação e para o culto ao poder. Os anéis concederam aos seus donos grandes capacidades e prolongaram suas vidas muito além dos limites naturais dos homens. Eles acumularam riquezas, prestígio e autoridade, tornando-se figuras temidas em seu tempo.
Esse aparente triunfo escondia a verdadeira natureza dos presentes. Diferentemente dos Elfos, os homens eram mortais, e Tolkien trata a tentativa de escapar dessa condição como uma das maiores tentações de sua mitologia. Os Nove Anéis não lhes concederam uma vida verdadeiramente eterna. Em vez disso, prolongaram indefinidamente sua existência, desgastando seus portadores até que eles fossem gradualmente afastados do mundo visível.
Com o passar dos anos, esses homens começaram a desaparecer aos olhos das pessoas comuns. A realidade física tornou-se cada vez mais distante e eles passaram a viver principalmente no chamado mundo invisível, uma dimensão da existência que normalmente permanece oculta aos mortais. Ao mesmo tempo, sua dependência dos anéis aumentava. Como o Um Anel havia sido criado por Sauron para controlar os demais, os Nove acabaram perdendo suas vontades individuais e tornando-se servos do Senhor do Escuro.
Por volta do século XXIII da Segunda Era, os Nazgûl já haviam surgido plenamente como espectros submetidos a Sauron.
O que são os Nazgûl
Os Nazgûl não são mortos-vivos no sentido tradicional encontrado em muitas histórias de fantasia e horror. Eles não morreram para depois serem ressuscitados. Seu estado é consequência de uma existência mortal prolongada artificialmente pelos Anéis de Poder até que seus corpos se tornassem invisíveis e suas identidades fossem praticamente consumidas pela dominação de Sauron.
Essa condição explica parte da estranheza provocada pelos Cavaleiros Negros. As roupas que utilizam não escondem simplesmente rostos monstruosos. Elas dão forma visível a seres que já não podem ser percebidos normalmente pelos homens. Sob mantos, armaduras e coroas existe uma presença espectral que permanece ligada ao mundo material, embora não pertença inteiramente a ele.
Frodo tem uma rara oportunidade de enxergar os Nazgûl de maneira diferente quando coloca o Um Anel durante o confronto no Topo do Vento. Ao entrar parcialmente no mesmo plano invisível ocupado pelos espectros, ele consegue perceber aquilo que normalmente está escondido sob suas roupas. Os Cavaleiros aparecem como antigas figuras humanas, pálidas e terríveis, vestidas de branco, revelando um vestígio do que foram antes de sua corrupção completa.
Sua existência também depende profundamente de Sauron. Os Nazgûl possuem vontade e capacidade de agir, mas estão presos ao poder do Senhor do Escuro. Essa submissão os diferencia de aliados que servem Sauron por medo, conveniência ou ambição. Os Nove perderam praticamente toda possibilidade de oposição. Eles não apenas obedecem ao Senhor dos Anéis: foram transformados em instrumentos de sua vontade.
O Rei Bruxo de Angmar
O mais poderoso dos Nazgûl é conhecido como Rei Bruxo de Angmar, líder dos Nove e uma das principais figuras militares de Sauron. Seu verdadeiro nome nunca é revelado por Tolkien. Séculos depois de sua transformação, ele foi enviado ao norte da Terra-média e estabeleceu o reino de Angmar, criado com o objetivo de destruir os reinos dúnedain que haviam surgido depois da queda de Númenor.
A partir de Angmar, o Rei Bruxo comandou uma longa campanha contra Arnor e seus reinos sucessores. A guerra culminou na destruição de Arthedain e na tomada de Fornost. Embora posteriormente tenha sido derrotado por forças de Gondor e pelos Elfos, o Rei Bruxo sobreviveu e fugiu. Foi nessa ocasião que Glorfindel pronunciou a célebre previsão de que ele não cairia pela mão de homem algum.
Mais tarde, o líder dos Nazgûl reapareceu no sul. Após a tomada de Minas Ithil, que passou a ser chamada de Minas Morgul, ele se tornou o principal comandante das forças de Sauron naquela região. Durante a Guerra do Anel, é o Rei Bruxo quem conduz o grande ataque contra Gondor e enfrenta diretamente a resistência de Minas Tirith.
Sua morte durante a Batalha dos Campos do Pelennor é resultado de uma combinação de acontecimentos iniciados muito antes daquele confronto. Merry utiliza contra ele uma lâmina produzida em Arnor e feita especificamente para combater as forças de Angmar. O golpe do hobbit rompe as proteções que envolviam o Nazgûl, permitindo que Éowyn o atingisse mortalmente. A cena realiza a antiga profecia de Glorfindel de maneira que o Rei Bruxo jamais havia previsto: ele não é derrotado por um homem, mas por uma mulher e por um hobbit.
Khamûl, o Oriental
Além do Rei Bruxo, apenas um dos nove Nazgûl recebe uma identidade particular nos escritos de Tolkien: Khamûl, conhecido como o Oriental ou a Sombra do Oriente. Ele aparece principalmente em textos complementares sobre a Guerra do Anel e é apresentado como o segundo mais importante dos Nove.
Khamûl estava ligado à fortaleza de Dol Guldur e participou diretamente da perseguição ao Um Anel. Durante a busca por Frodo no início da jornada, é ele quem chega particularmente perto dos hobbits no Condado. Os relatos apresentados em Contos Inacabados ajudam a explicar os movimentos dos Cavaleiros Negros nesse período e mostram que eles não agiam como uma massa indistinta, mas recebiam missões e operavam de maneira coordenada.
O fato de apenas dois Nazgûl terem alguma individualização conhecida reforça uma característica fundamental do grupo. Tolkien poderia ter criado nove antagonistas com personalidades, origens e trajetórias distintas, mas preferiu manter quase todos anônimos. A perda dos nomes combina com a própria natureza de sua corrupção. Eles foram homens importantes o bastante para serem escolhidos por Sauron, mas o poder que receberam apagou progressivamente aquilo que os tornava indivíduos.
Os Cavaleiros Negros e a busca pelo Um Anel
A presença mais marcante dos Nazgûl em O Senhor dos Anéis começa pouco depois de Frodo deixar Bolsão. Sauron já havia descoberto que o Um Anel sobrevivera e estava relacionado ao nome Bolseiro e ao Condado. Os Nove são então enviados para encontrá-lo.
Nesse momento da narrativa, Tolkien revela muito pouco sobre seus perseguidores. Eles aparecem montados em grandes cavalos negros, envolvidos em mantos e capuzes que escondem completamente suas formas. A ausência de explicações torna cada encontro particularmente inquietante. Frodo e seus companheiros inicialmente não conhecem a natureza dos Cavaleiros e percebem apenas que eles parecem capazes de sentir a presença do Anel.
Os Nazgûl não enxergam o mundo da mesma maneira que homens e hobbits. Sua relação com o plano visível é limitada, mas outros sentidos se tornaram excepcionalmente desenvolvidos. Eles conseguem perceber seres vivos e têm grande capacidade para sentir a presença do Um Anel. Também utilizam o medo como uma de suas principais armas. A proximidade dos Nazgûl pode provocar desespero, terror e paralisia, efeitos que se intensificam conforme aumenta o poder de Sauron.
A perseguição culmina no Topo do Vento, onde Frodo é ferido pelo Rei Bruxo com uma lâmina de Morgul. O ferimento não tinha como objetivo simplesmente matá-lo. Um fragmento da arma permanece no corpo do hobbit e começa a avançar lentamente em direção ao coração. Caso tivesse alcançado seu destino, Frodo teria sido transformado em um espectro subordinado aos Nazgûl.
Ele é salvo pela chegada a Valfenda e pelo tratamento de Elrond. Pouco antes disso, os Nove são arrastados pelas águas do Bruinen, perdendo suas montarias e sendo obrigados a retornar a Mordor.
Das montarias negras às criaturas aladas
Após a perda dos cavalos, os Nazgûl retornam à guerra montados em enormes criaturas voadoras. Tolkien nunca fornece um nome definitivo para a espécie. Em inglês, essas montarias costumam ser designadas simplesmente como fell beasts, expressão que pode ser compreendida como criaturas terríveis ou ferozes.
As adaptações visuais transformaram esses animais em uma das imagens mais conhecidas da Terra-média. Frequentemente são representados como grandes seres semelhantes a répteis ou dragões alados. Os próprios textos de Tolkien oferecem uma descrição mais aberta: são criaturas antigas, nuas, sem penas e dotadas de vastas asas, possivelmente sobreviventes de uma espécie pertencente a épocas remotas do mundo. Sauron teria encontrado esses animais e os alimentado para que servissem aos seus principais agentes.
A mudança de montaria altera também a maneira como os Nazgûl atuam na história. Os Cavaleiros Negros do primeiro volume são perseguidores silenciosos que atravessam estradas, vilas e florestas. Mais tarde, tornam-se ameaças aéreas associadas diretamente ao avanço militar de Mordor. Sobrevoando exércitos e cidades, eles ampliam o terror provocado pelas forças de Sauron e funcionam como instrumentos de guerra psicológica.
O Grito Negro e o poder do medo
Talvez a arma mais característica dos Nazgûl não seja uma espada, uma lança ou qualquer forma de magia, mas o medo. A presença dos Espectros do Anel provoca uma sensação sobrenatural de desespero nos que estão próximos. Durante a Guerra do Anel, esse efeito torna-se ainda mais poderoso.
Seus gritos são descritos como sons penetrantes capazes de abalar até guerreiros experientes. Quando os Nazgûl sobrevoam os exércitos de Gondor, soldados podem abandonar suas tarefas ou perder momentaneamente a capacidade de reagir. A influência do medo não é meramente psicológica. Ela possui uma dimensão sobrenatural, ampliada pelo próprio poder de Sauron.
O Rei Bruxo consegue exercer esse efeito com intensidade ainda maior. Durante o cerco de Minas Tirith, sua chegada transforma o temor coletivo em uma presença quase física. Esse aspecto ajuda Tolkien a estabelecer uma diferença importante entre poder militar e poder espiritual. Os Nazgûl podem combater diretamente, mas sua principal função consiste em enfraquecer os adversários antes mesmo que o confronto aconteça.
Há, entretanto, limites para essa capacidade. Personagens com grande força de vontade, coragem ou poder espiritual conseguem resistir aos espectros. Gandalf enfrenta diretamente o Rei Bruxo; Aragorn mantém os Cavaleiros afastados no Topo do Vento; Éowyn continua lutando mesmo diante de seu terror. A resistência ao medo torna-se, assim, uma forma de oposição ao próprio domínio de Sauron.
Nazgûl podem ser mortos?
A natureza espectral dos Nove torna sua destruição extremamente difícil, mas eles não são absolutamente invulneráveis. A morte do Rei Bruxo demonstra que um Nazgûl pode ser destruído quando suas proteções são rompidas e ele recebe um golpe capaz de atingir sua existência espectral.
Isso não significa, entretanto, que qualquer arma seja igualmente eficaz contra eles. A lâmina utilizada por Merry nos Campos do Pelennor havia sido forjada muitos séculos antes pelos homens de Arnor durante suas guerras contra Angmar. Tolkien destaca que aquela arma possuía propriedades específicas contra o poder do Rei Bruxo. O golpe de Merry enfraquece a proteção do Nazgûl antes que Éowyn realize o ataque final.
Os demais Espectros do Anel encontram seu fim de maneira diferente. Quando o Um Anel é destruído na Montanha da Perdição, o poder de Sauron entra em colapso. Os oito Nazgûl restantes estavam voando em direção ao local quando são consumidos pela destruição que acompanha a queda de Barad-dûr e a erupção da montanha.
A morte dos Nove coincide, portanto, com o fim do poder que os havia criado.
Os Nazgûl e o Um Anel
Apesar da associação imediata entre os Nazgûl e o Um Anel, a relação entre eles é mais complexa do que algumas adaptações sugerem. Os Nove não estão simplesmente procurando uma joia poderosa que desejam entregar ao seu mestre. Eles são parte do próprio sistema de domínio criado por Sauron através dos Anéis de Poder.
O Um Anel foi concebido para governar os outros anéis. Como os homens eram particularmente suscetíveis às promessas de poder e de prolongamento da vida, os portadores dos Nove acabaram totalmente submetidos. No período da Guerra do Anel, Sauron mantém sob seu controle os Nove Anéis que originalmente haviam sido entregues aos homens, reforçando ainda mais sua autoridade sobre os espectros.
Essa ligação ajuda a explicar por que os Nazgûl são servos tão confiáveis. Outros seguidores de Sauron podem desertar, falhar deliberadamente ou agir de acordo com interesses próprios. Os Espectros do Anel praticamente não possuem essa possibilidade. Mesmo depois de milhares de anos, permanecem presos à mesma vontade que os corrompeu.
Entre homens e sombras
Os Nazgûl são particularmente perturbadores porque não surgiram como monstros. Eles foram homens. Provavelmente possuíram famílias, reinos, ambições, medos e histórias próprias. Nada disso permanece acessível ao leitor porque o processo de corrupção eliminou quase todos os traços de suas antigas identidades.
Essa transformação está diretamente relacionada à maneira como Tolkien trabalha a mortalidade humana. Na mitologia da Terra-média, a morte dos homens é chamada de Dom de Ilúvatar porque permite que deixem os limites do mundo. Para muitos homens, entretanto, especialmente entre os Númenóreanos, a morte passa a ser percebida como uma maldição. O medo de morrer torna-se terreno fértil para a manipulação de Sauron.
Os Nove representam uma versão extrema dessa tragédia. Ao aceitar uma vida artificialmente prolongada, eles conseguem evitar a morte durante milhares de anos, mas perdem progressivamente tudo aquilo que tornaria essa existência desejável. Não permanecem jovens, livres ou plenamente vivos. Continuam existindo como sombras de homens que já não podem escolher seu próprio destino.
O horror dos Nazgûl nasce exatamente dessa contradição. Eles conquistaram uma espécie de permanência, mas ao custo de deixarem de ser verdadeiramente eles mesmos.
O significado dos Nazgûl na obra de Tolkien
Dentro da estrutura de O Senhor dos Anéis, os Nazgûl representam uma das consequências mais claras da corrupção pelo poder. O processo que os destruiu funciona como um aviso para outros personagens que entram em contato com o Um Anel. Boromir imagina utilizá-lo contra Sauron; Galadriel contempla por um instante o que poderia se tornar caso aceitasse seu poder; Gandalf teme que suas próprias boas intenções sejam transformadas em tirania. Os Nove mostram o destino final dessa lógica.
A corrupção não acontece de maneira instantânea. Os homens que receberam os Nove Anéis provavelmente acreditaram durante muito tempo que estavam obtendo vantagens extraordinárias. Tornaram-se mais poderosos, viveram mais e dominaram outros. Somente depois perceberam — se ainda eram capazes de percebê-lo — que cada benefício os aproximava de uma forma completa de escravidão.
Por isso, os Nazgûl ocupam uma posição singular entre os antagonistas da Terra-média. Orcs e trolls representam forças monstruosas diretamente associadas aos exércitos do mal. Os Nove representam algo diferente: pessoas que desejaram tanto ultrapassar seus próprios limites que acabaram permitindo que outra vontade ocupasse o espaço da sua.
Quando os Cavaleiros Negros aparecem pela primeira vez nas estradas tranquilas do Condado, o leitor ainda não conhece essa história. Vê apenas figuras negras perseguindo hobbits aparentemente insignificantes. À medida que a dimensão do conflito é revelada, torna-se claro que aquelas sombras carregam consigo milhares de anos de história. Antes de serem monstros, foram homens que receberam exatamente aquilo que desejavam — e descobriram tarde demais o verdadeiro preço.
Fontes consultadas
- TOLKIEN, J. R. R. — O Senhor dos Anéis. Fonte primária para a origem dos Nazgûl, sua condição como antigos portadores dos Nove Anéis, sua submissão a Sauron, a perseguição ao Um Anel e sua atuação durante a Guerra do Anel. O Tolkien Estate mantém uma página oficial dedicada à obra.
Tolkien Estate — The Lord of the Rings - TOLKIEN, J. R. R.; TOLKIEN, Christopher (org.) — O Silmarillion. Fonte para o contexto mais amplo dos Anéis de Poder, a ascensão de Sauron e os acontecimentos da Segunda Era que antecedem o surgimento dos Espectros do Anel.
Tolkien Estate — The Silmarillion - TOLKIEN, J. R. R.; TOLKIEN, Christopher (org.) — Contos Inacabados de Númenor e da Terra-média. Referência complementar para os Nazgûl, especialmente para informações sobre o Rei Bruxo, os Nove e acontecimentos ligados à Terceira Era que não aparecem com o mesmo nível de detalhe em O Senhor dos Anéis.
Tolkien Estate — Unfinished Tales of Númenor and Middle-earth - TOLKIEN, J. R. R.; CARPENTER, Humphrey (org.); TOLKIEN, Christopher (colab.) — As Cartas de J. R. R. Tolkien. Coletânea utilizada para esclarecimentos do próprio Tolkien sobre personagens, povos, poderes e conceitos de seu legendário, inclusive aspectos relacionados a Sauron, aos Anéis e aos servos do Senhor do Escuro. A edição original foi organizada por Humphrey Carpenter com auxílio de Christopher Tolkien.
Google Books — The Letters of J.R.R. Tolkien - FOSTER, Robert — The Complete Guide to Middle-earth. Obra de referência para personagens, lugares, povos e acontecimentos do legendário de Tolkien, utilizada como apoio para cronologia, nomenclatura e relações entre os Nazgûl, Sauron, Angmar e os acontecimentos da Segunda e Terceira Eras.
Penguin Random House — The Complete Guide to Middle-earth
Encontrou algum erro ou faltou alguma coisa? Pode nos avisar: contato@infinitasformas.com.br

